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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Deixe a Raiva Secar...


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.

Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.

Júlia então, pediu a coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.

Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:

'Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão.

Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.

Mas a mãe, com muito carinho ponderou:

'Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa? 
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. 
Você lembra o que a vovó falou? 
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro.
Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro.
Depois fica bem mais fácil resolver tudo.

Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.

Logo depois alguém tocou a campainha.

Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.

Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:

'Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. 
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro 
brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa.'

Não tem problema, disse Mariana, minha raiva já secou.'

E dando um forte abraço em sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Nunca tome qualquer atitude com raiva.

A raiva nos cega e impedem que vejamos as coisas como elas realmente são.

Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais pela sua posição ponderada e correta 
diante de uma situação difícil.

Lembre-se sempre:

Deixe a raiva secar.

sábado, 19 de março de 2011

O porco e o cavalo



Um fazendeiro colecionava cavalos e só faltava uma determinada raça. Um dia ele descobriu que seu vizinho tinha este determinado cavalo. Assim, ele atazanou seu vizinho até conseguir comprá-lo. Um mês depois o cavalo adoeceu, e ele chamou o veterinário, que disse:
- Bem, seu cavalo está com uma virose. É preciso tomar este medicamento durante três dias. No 3º dia eu retornarei e, caso ele não esteja melhor, será necessário sacrificá-lo.
Neste momento, o porco escutava a conversa.
No dia seguinte, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou do cavalo e disse:
- Força amigo, levanta daí senão será sacrificado!!!
No segundo dia, deram o medicamento e foram embora. O porco se aproximou novamente e disse:
- Vamos lá amigão, levanta senão você vai morrer! Vamos lá, eu te ajudo a levantar. Upa! Um, dois, três...
No terceiro dia, deram o medicamento e o veterinário disse:
- Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo amanhã, pois a virose pode contaminar os outros cavalos.
Quando foram embora, o porco se aproximou do cavalo e disse:
- Cara, é agora ou nunca! Levanta logo, upa! Coragem! Vamos, vamos! Upa! Upa! Isso, devagar! Ótimo! Vamos, um, dois, três... Legal, legal. Agora mais depressa, vai.... Fantástico! Corre, corre mais! Upa! Upa! Upa! Você venceu campeão!!!
Então, de repente o dono chegou, viu o cavalo correndo no campo e gritou:
- Milagre!!! O cavalo melhorou. Isso merece uma festa. Vamos matar o porco!
Pontos de reflexão: isso acontece com frequência no ambiente de trabalho. Ninguém percebe qual é o funcionário que realmente tem mérito pelo sucesso, ou que está dando o suporte para que as coisas aconteçam.
SABER VIVER SEM SER RECONHECIDO É UMA ARTE!
Se algum dia alguém lhe disser que seu trabalho não é o de um profissional, lembre-se: amadores construíram a Arca de Noé e profissionais o Titanic.
PROCURE SER UMA PESSOA DE VALOR, AO INVÉS DE UMA PESSOA DE SUCESSO!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

A oportunidade...


Em tempos bem antigos, um rei colocou uma pedra enorme no meio de uma estrada. Então, ele se escondeu e ficou observando para ver se alguém tiraria a imensa rocha do caminho.
Alguns mercadores e homens muito ricos do reino passaram por ali e simplesmente deram a volta pela pedra.
Alguns até esbravejaram contra o rei dizendo que ele não mantinha as estradas limpas, mas nenhum deles tentou sequer mover a pedra dali.
De repente, passa um camponês com uma boa carga de laranjas.
Ao se aproximar da imensa rocha, ele pôs de lado a sua carga e tentou remover a rocha dali.
Após muita força e suor, ele finalmente conseguiu mover a pedra para o lado da estrada.
Ele, então, voltou para pegar a sua carga, mas notou que havia uma bolsa no local onde estava a pedra.
A bolsa continha muitas moedas de ouro e uma nota escrita pelo rei que dizia que o ouro era para a pessoa que tivesse removido a pedra do caminho.
O camponês aprendeu o que muitos de nós nunca entendeu:
“Obstáculos são uma ótima oportunidade para melhorarmos nossa condição” (em todos os sentidos).

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Em 2011 não basta ter sucesso, tem que se perguntar!



Leila Navarro escreveu isso em seu blog e eu achei interessante ...


Não basta ter sucesso, tem que se perguntar! 
Durante vários momentos do ano eu paro para  conversar comigo mesma, pois “nada muda se eu não mudar” e  tenho que me dar conta do que quero mudar e do que quero manter.
 
Nos últimos dias do ano eu faço este ritual com mais profundidade, me chamo a uma conversa muito séria e me faço algumas perguntas que compartilho aqui com vocês:
 
1- Que fatores contribuíram  para os sucessos que tive este ano?
2- Que fatores contribuíram para os fracassos que tive este ano?
3- O que faria diferente se tivesse oportunidade de mudar?
4- O que  sempre acreditei e que foi importante para  meu sucesso este ano?
5- Quais crenças foram prejudiciais e tive que superá-las para seguir em frente?
6- Em algum momento senti que não conseguiria? Pensei em desistir? Em algum momento fraquejei?
7- Em algum momento me percebi ferindo algum valor? Por exemplo: Família, Honestidade, Ética…? Estes valores foram substituídos ou ignorados?
8- E possível viver atendendo todos os meus valores?
9- O que é sucesso para mim? O que é felicidade para  mim? O que faz a vida valer a pena para mim?
10- Consegui conciliar trabalho e vida pessoal?
 
Credito site

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

NADA DE IMPLANTE, AGORA SÓ QUERO ALISANTE


* Uma fábula atual e nada pessoal*

    Meu amigo Vitor Enrique formou-se dois anos antes de mim, em 2001. Foi um ano terrível, não só no campo  pessoal, mas em nível nacional e internacional também. Derrubaram as torres gemêas e o mundo ficou mais amendrotado do que nunca.  Lula, já em 2002,  foi mais eficiente que uma superdose de Viagra, já que a cotação das verdinhas subiram e permaneceram lá em cima por muito tempo, com a promessa de sua eleição. 

      Vitor, vinha de uma família humilde, sem muitos recursos, porém seus pais, apesar do pouco tempo gasto num banco de escola, possuíam uma mentalidade e visão bastante progressistas. Diziam sempre ao seu filho:

    "Amado filho, não importa o quanto os outros digam o quanto  você vale, e sim o quanto você sente que vale". Se um dia,  alguém quiser tirar proveito de você, reaja e não admita isso da forma mais clara possível, sem meias palavras, mas com todo o respeito. Verás que somente tentarão isso com você uma única vez".

    Dizem que foi o maior legado deixado pelos seus pais: o respeito e amor próprios.  Ambos eram imigrates e sofreram na carne as consequências da intolerância no país de origem.

        Por não poder pagar uma faculdade, Vitor optou por algo mais light, sem ter que estudar tanto e gastar uma fortuna em material didático. Os instrumentos eram, talvez, os mais simples possíveis: uma tesoura e um pente. Mesmo tendo que trabalhar duro durante o dia, vendendo sapatos ou material de informática,  ele não faltava à  aula mesmo estando a beira do esgotamento físico. O curso de cabaleireiro não era muito caro e ainda por cima ele podia dar em cima das futuras colegas de trabalho. O único problema era escapar das investidas de alguns companheiros de classe que insistiam em achar que Vitor era gay. Vitor só não saiu com Marleide,  de tão feia e desajeitada, mas quem sabe se com um pouco mais de álcool ele não emplacava o último bastião de sua classe. Ele nunca tentou uma aproximação....e nem quis.

    Eu, cursei odontologia na melhor faculdade da país, segundo alguns, a quarta ou quinta segundo outros. Com o tempo, percebi que isso não importa muito, pois a qualidade dos cursos estavam bem  nivelados...por baixo. O ensino da odontologia podia ser comparado a um enorme iceberg: a grande massa, o que está por baixo do nível dágua,  deixa a universidade sem ao menos aplicar uma anestesia com segurança. A pontinha dessa montanha gelada, compõe-se de nerds esforçados e que buscaram tirar mais do que era oferecido nos bancos universitários.    Os livros,  caríssimos, sem contar aquela malinha plástica, geralmente com o nome de alguma dental e pesando pelo menos 5 quilos. Dava para usar como lastro numa pequena embarcação, de tão pesada que era.
       As meninas então,  todas cheias de frescurinha, com roupas de grife, carro do ano e um celular de última geração. Não levei para cama nem mesmo a Dorotéia, que de tão feia e mal acabada, achavam que fosse um clone da Margareth Thatcher, morrendo de cefaléia ( na verdade a rima era com uma infecção um pouco mais abaixo do Equador...). Saí bastante, porém com as louquinhas e divertidas alunas do curso de psicologia. Elas são "louquinhas" por um homem de branco e gostam de se divertir......muito mesmo!!!!

      Vitor formou-se  antes de mim e logicamente começou a ganhar seu próprio dinheiro,  dois anos após ingressar no SENAC. Trabalhou em alguns salões para ganhar experiência e aprender o caminho das pedras. No curso ele teve uma matéria  chamada: empreendedor moderno. Foram 6 meses muito bem aproveitados. Nele, o professor ensinava como administrar um salão, desde a forma de tratar os fornecedores, até a confecção de relatórios de performance e lucratividade. Foi um breve curso de administração de pequenos negócios. Não entendo porque não temos esse tipo de curso na graduação, afinal um consultório dentário é sem dúvida um pouco mais complicado em termos de controles:  de estoque, de vencimento de resinas, adesivos e por aí afora. Isso sem contar com as autorizações da ANVISA, do cuidado com o isolamento dos raios x e assim por diante.

    Após um ano e meio, Vitor alçou seu primeiro vôo autônomo. Ele já se sentia apto a começar seu próprio negócio. Eu, ainda buscava forças e energia para os últimos exames. Graduei-me em Dezembro com umas olheiras que mais pareciam os olhos de um guaxinim.

    A falta de tempo nos impossibilitou de encontros mais frequentes e com isso não soube muito da vida de Vitor. Amigos em comum diziam que ele ia muito bem. A clientela crescia em ritmo acelerado e a abertura de outros salões não demorou em acontecer. Antes de nosso reencontro, soube que ele já  negociava algumas franquias. Vitor chegou rápido ao topo e não se esqueceu dos amigos. Um dia recebo um telefonema dele convidando-me  para um happy hour num barzinho da Vila Madalena. Eu estava um pouco stressado,  em função da pouca clientela e da grande quantidade de contas, principalmente do protético,  que nunca acertava a cor das próteses e do técnico da cadeira, que insistia em me dizer que o problema era da corrente elétrica do consultório e não da péssima qualidade do produto dele. Foram 6 visitas e a cadeira continuava na mesma: parada. Também,  fui economizar logo nas minhas ferramentas primordiais. Bem feito, deveria ter comprado um equipamento melhor e um carro mais barato, mas segui o conselho de outros dentistas: cadeira é tudo igual, compra a mais barata ". Pena que não dá para jogar a cadeira na cabeça deles....afinal a cadeira não merecia tamanha desonra.

        Nos encontramos no salão que ele acabara de abrir em Moema. Lindo, de muito bom gosto, com recepcionistas muito bem vestidas e um atendimento VIP. Não acreditei quando o vi, ele parecia haver saído de um banho de loja. Belas roupas, cabelos impecáveis e um semblante tranquilo, daqueles que denotam uma vida cheia de prosperidade e saúde.

       Nos sentamos para um drink, e enquanto ele preparava o scotch 12 anos tinindo de novo,  eu admirava a sala dele, decorada com um bom gosto impressionante, sem exageros.

       Começamos a conversa lembrando de nossos dias de adolescência, das namoradas e dos amigos que desapareceram sem deixar rastro. Eu tentei, mas não pude me conter. Reclamei dos parcos pacientes,  que insistiam em tratar comigo, mesmo estando sempre atualizado, com  dois cursos de especialização, pagos a preço de ouro. Dizia-lhe que os pacientes sempre me pediam para parcelar o tratamento, com vários cheques pré-datados, fora os borrachudos, que de tanto voltarem por falta de fundos, fizeram dos meus cabelos negros  algo mais parecido com Valmor Chagas......até pensei em pedir-lhe conselhos sobre isso, porém não achei conveniente naquele momento. Disse-lhe que não aumentava os preços há seis anos, porém as anuidades do Conselho Federal e de outras entidades da odontologia aumentavam todos os anos, não importando os índices de inflação.

        Vitor ouvia com atenção minhas queixas e num dado momento ele me interrompeu:

        "Imagino o que você está passando, pois tenho várias clientes dentistas e as queixas são exatamente as mesmas. Acho que o problema está na atitude perante seus pacientes. Eu jamais parcelo meus serviços, apesar de ter mais concorrentes que você e a competição entre nós ser tão ferrenha quanto a sua. Sempre tenho algum produto novo ou técnica para mostrar aos meus clientes. Tento mostrar que os novos produtos e técnicas sempre trazem um benefício, porém isso acarreta num custo maior. 

        Meus clientes pagam pelo meu trabalho com satisfação, pois lhes dou o que eles procuram: atendimento VIP. Todo mundo gosta de ser bem tratado e sentir-se diferenciado, portanto pagam sem reclamar....e tem mais,  ainda nos dão poupudas gorjetas!!!! Meu querido amigo, se você quer mais clientes, trate-os como se fossem reis e mostre que o teu tempo vale muito, proporcional ao valor do cliente. Quem cobra barato, subliminarmente está dizendo que  o valor do trabalho é proporcional ao que foi cobrado. Se você quer conquistar e manter clientes, valorize-se. Pode ser que você perca alguns, mas os que ficarem serão seus enquanto você mantiver esse critério."

      Fiquei pasmo!!! Como pode um simples cabeleireiro me ensinar tanto em tão pouco tempo? Acho que as palavras do pai dele eram o guia do seu sucesso. VALORIZAR-SE!!!! Quem cobra barato, somente adia a quebra do negócio. Que lição levei de meu amigo sem universidade, sem especialização, sem canudo  nem título de doutor. Ele me ensinou que vale mais a forma de encarar o trabalho que o tipo de carreira escolhida. Foi muito provavelmente um dos maiores ensinamentos  que tive na vida.

     Depois de várias horas de uma conversa bastante agradável, lhe propus o seguinte: venderia meu consultório e aplicaria meus poucos recursos, nas próximas clínicas dele. Ele me olhou e disse:
      "Eu gostaria de tê-lo como sócio, porém antes,  quero sentir de tua parte,  que você mudou de mentalidade e não de profissão, ou seja,  não adianta você abandonar os implantes pelos alisantes e sim o parco pelo próspero." 

       Incrível como até no nome ele já é um vencedor, um VITORioso.

       Voltei para casa e pensei: não preciso mudar de área e sim de atitude. Até nisso ele foi sábio, me mostrou o caminho a seguir sem ser arrogante. Valeu Vitor Enrique!!!!
  
PS: venhamos e convenhamos, o nome ajudou muito, é uma frase com sujeito verbo e predicado: Vitor, enrique!!!

Crônica de José Miguel Delgado
http://www.jmdelgado.com/visualizar.php?idt=818150

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

O Girassol


O girassol sempre está virado para o sol. De manhã, ele está virado para o Leste. De tardinha, para o Oeste. Ele segue o sol por toda essa jornada pelo céu, e por isso ele recebe todas as energias do sol. Nós também podemos ser como os girassóis, sempre estar viradas para o Senhor Jesus, e adquirir toda a sua luz divina. A semente do girassol cresce em qualquer lugar. Você também, pode florescer e crescer aonde você estiver. Se você crê e meditar na Palavra de Deus em oração, você também poderá dar sementes do Evangelho.

Quando o girassol cresce, pequenos botões começam aparecer protegidos por camadas de folhas. E como essas folhas, seus pais, líderes, professores, pastores também o protegem e ajudam a crescer. E quanto mais o girassol cresce, mais alto ele fica, e seu talo mais grosso fica, dando o suporte para essa flor grande ficar de pé. Assim também o seu talo espiritual tem que crescer e engrossar, para que você possa dar testemunho do poder de Deus em sua vida. Deus é forte e nós, seus filhos também temos que ser!

Quando o botão do girassol se abre, as pétalas amarelas se formam até que a sua cabeça fica como se fosse uma coroa dourada. As bênçãos desse crescimento finalmente começam a aparecer. E, assim como no começo, quando nasceu de uma pequena semente, agora produz outras de si mesmo, para nutrir outras pessoas, animais e pássaros. O seu testemunho também produz essas sementes que irão nutrir seus familiares, amigos, e todos que estiverem ao seu redor. Todos verão o Senhor Jesus refletido em você, como se você tivesse essa coroa dourada no alto da sua cabeça... pois você já se parece com o Seu Senhor.

Faça como o girassol, busque a Luz toda manhã, e mantenha os seus olhos nela.

Autor Desconhecido

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Você e o Lápis



O menino olhava a avó escrevendo uma carta. A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim? A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele quando crescesse. O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa que fará a Diferença.
‘Primeira qualidade:
Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos. Esta mão é a de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção a Sua vontade’.
‘Segunda qualidade:
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor’.
‘Terceira qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça’.
‘Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis, não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você’.
‘Quinta qualidade do lápis:
Ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação’.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

O IDIOTA E A MOEDA




       Conta-se que numa cidade do interior um grupo de pessoas se divertia com o idiota da aldeia. Um pobre coitado, de pouca inteligência, vivia de pequenos biscates e esmolas.
       Diariamente eles chamavam o idiota ao bar onde se reuniam e ofereciam a ele a escolha entre duas moedas: uma grande de 400 RÉIS e outra menor de 2.000 RÉIS. Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
       Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
       - Eu sei, respondeu o tolo. "Ela vale cinco vezes menos, mas no dia que eu escolher a outra, a brincadeira acaba e não vou mais ganhar minha moeda”.
       Podem-se tirar várias conclusões dessa pequena narrativa.
       A primeira: Quem parece idiota, nem sempre é.
       A segunda: Quais eram os verdadeiros idiotas da história?
       A terceira: Se você for ganancioso, acaba estragando sua fonte de renda.
       Mas a conclusão mais interessante é: A percepção de que podemos estar bem, mesmo quando os outros não têm uma boa opinião a nosso respeito.
       Portanto, o que importa não é o que pensam de nós, mas sim, quem realmente somos.
       O maior prazer de um homem inteligente é bancar o idiota diante de um idiota que banca o inteligente.
       Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação.
       Porque sua consciência é o que você é, e sua reputação é o que os outros pensam de você. E o que os outros pensam... é problema deles.


terça-feira, 13 de abril de 2010

TERAPIA DO ELOGIO Arthur Nogueira (Psicólogo)



Renomados terapeutas que trabalham com famílias, divulgaram uma recente pesquisa onde nota-se que os membros das famílias brasileiras estão cada vez mais frios: Não existe mais carinho, não valorizam mais as qualidades e só se ouvem críticas.
As pessoas estão cada vez mais intolerantes e se desgastam ‘valorizando os defeitos’ dos outros.
Por isso, os relacionamentos de hoje não duram.

A ausência de elogio está cada vez mais presente nas famílias de média e alta renda. Não vemos mais homens elogiando suas mulheres ou vice-versa, não vemos chefes elogiando o trabalho de seus subordinados, não vemos mais pais e filhos se elogiando; amigos, etc.


Só vemos pessoas fúteis valorizando artistas, cantores, pessoas que usam a imagem para ganhar dinheiro e que, por conseqüência são pessoas que tem a obrigação de cuidar do corpo, do rosto.

Essa ausência de elogio tem afetado muito as famílias.

A falta de diálogo em seus lares, o excesso de orgulho impede que as pessoas digam o que sentem e levam essa carência para dentro dos consultórios. Acabam com seus casamentos, acabam procurando em outras pessoas o que não conseguem dentro de casa.

Vamos começar a valorizar nossas famílias, amigos, alunos, subordinados.

Vamos elogiar o bom profissional, a boa atitude, a ética, a beleza de nossos parceiros ou nossas parceiras, o comportamento de nossos filhos.

Vamos observar o que as pessoas gostam. O bom profissional gosta de ser reconhecido, o bom filho gosta de ser reconhecido, o bom pai ou a boa mãe gostam de ser reconhecidos, o bom amigo quer se sentir querido, a boa dona de casa valorizada, a mulher que se cuida, o homem que se cuida, enfim vivemos numa sociedade em que um precisa do outro; é impossível um homem viver sozinho, e os elogios são a motivação na vida de qualquer pessoa.

Quantas pessoas você poderá fazer feliz hoje elogiando de alguma forma?

Comece agora!

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Ele não venceu para que você falhasse !!!


Seja um vencedor nesta Páscoa
Uma das regras mais básicas da vida é: você paga, você leva. Sempre que alguém tenta nos explorar ou tirar algo que nos pertence por direito, ficamos muito chateados. Queremos justiça, e todas as vezes que alguém tenta nos impedir, reagimos.

O que você faria se fosse a uma concessionária de veículos, pagasse US$70,000 por um carro novo e o vendedor lhe desse as chaves de um carro com 10 anos de idade, amassado e com fumaça saindo do cano de escapamento? Certamente você iria exigir o dinheiro de volta ou esperar até que ele lhe desse um carro correspondente ao valor pago. Você seria capaz até de chamar o seu advogado, mas jamais aceitaria aquele carro velho.

Ainda assim, todos os anos durante a Semana Santa e a Páscoa, quase um terço da população mundial—ou seja, 2 bilhões de pessoas—celebram a morte e resurreição do Senhor Jesus Cristo. Quando você pergunta o que estão celebrando, dizem que é o dia em que Jesus morreu por eles, vencendo e conquistando uma grande vitória sobre o pecado, doenças, maldições e tudo o mais. Mas a pergunta é: Como estão as vidas desses 2 bilhões de pessoas? Como a sua crença em Deus tem beneficiado suas vidas?

Jesus disse: “Eu venci” (João 16:33). Então, se cremos nEle e seguimos os Seus ensinamentos, não deveríamos dizer a mesma coisa? Ele passou por tudo o que passou e venceu. E aqui estamos nós, crendo nEle e, ainda assim, falhando na vida... Será que isso faz algum sentido? É estranho como nós seres humanos somos sensatos em relação a coisas físicas da vida, como comprar um carro ou exigir nossos direitos de consumidor, mas falhamos em aplicar os mesmos princípios em relação à nossa fé.

Este ano, estamos desafiando as pessoas a experimentar a Páscoa como nunca antes e começar a viver uma vida que realmente faça sentido.

Se você está cansado de fracassos, cansado de canções e sermões que não trazem resultado algum, e quer se tornar um vencedor como o Deus em que você crê, junte-se a nós nesta Semana Santa e Domingo de Páscoa em qualquer um de 
nossos endereços.
Seja um vencedor nesta Páscoa.
Endereços  da IURD
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